sábado, 23 de dezembro de 2017

História da Moda Alternativa: Conheça a revista Gothic Station

Fui convidada a dar uma entrevista e ser capa de uma revista alternativa! O convite surgiu devido ao trabalho que faço sobre a pesquisa de história da moda + subculturas, conto toda essa história logo abaixo!

Clique na imagem e conheça o projeto!

Queridos leitores, tenho muito carinho pelos que me escrevem dizendo o quanto os ajudei em trabalhos ou a conhecer um pouco mais da história da moda. Sem falar nos convites de parcerias para resenha de livros de Moda, em especial da editora GG Brasil  (que logo logo tem mais duas dicas de livros por aqui!). 

À medida que o tempo passa percebo que algumas postagens poderiam ser melhores, é um reflexo dos estudos onde vou aprendendo cada dia mais... Mas talvez poucos de vocês saibam que este blog nasceu de outro blog. Há muitos anos atrás me formei em Design de Moda com um tema bem incomum: Moda Alternativa. Mais especificamente a estética de subculturas (como a gótica, punk, heavy metal etc) e durante a pesquisa percebi que estes grupos de jovens recebiam muito preconceito devido à seus estilos visuais impactantes e por vezes agressivos, mas ao mesmo tempo vi que eles poderiam entender de história da moda mais do que um estudante da área! Sim, alguns góticos entendiam mais de história da moda do que meus colegas de classe!

Como assim? 
Pergunte a um gótico sobre a influência da era vitoriana em seus visuais. Pergunte à um ouvinte de heavy metal sobre como a indumentária da era medieval se reflete no visual de bandas. Repare como a subcultura rockabilly usa a moda da década de 1950. Observe as roupas de uma subcultura popular nos anos 1980 chamada New Romantics... e que tal as Lolitas japonesas, que se vestem de forma barroca e rococó além do tradicional vitoriano? Podemos também dar uma espiada na forma que os punks desconstruíram e misturaram tudo que veio antes deles.

Foi com muita dificuldade inicial - devido à falta de fontes - que me especializei no tema, falando sobre tudo isso e muito mais em um blog chamado Moda de Subculturas, onde escrevo textos sobre a história da moda alternativa! Foi lá que nasceram as postagens de historia da moda que acabaram se tornando este blog aqui. E foi lá que me tornei conhecida por ser uma das pioneiras ao escrever sobre esta temática no Brasil.


O Convite e a Revista
A revista Gothic Station é a primeira revista impressa sobre a subcultura gótica no Brasil.  Só isso já é extremamente histórico! A subcultura gótica é uma das que mais usa referências de história da moda em seus visuais, por isso, fui convidada a ser colaboradora da publicação, onde em cada edição escrevo sobre como esta subcultura adapta a indumentária de períodos históricos em seus looks. Mas foi com muita surpresa que recebi convite do editor Henrique Kipper para dar uma entrevista e ser capa da edição #3 cujo tema central é Moda. Na entrevista falo sobre como faço meu trabalho de pesquisa sobre a moda das subculturas, tema ainda tão pouco comum no Brasil. Para terem ideia, quando me formei, mais de dez anos atrás, o tema não foi muito bem recebido pelos meus professores, mas hoje em dia diversos estudantes de Moda são alternativos e desenvolvem TCCs sobre subculturas! 

Quem quiser conhecer a revista ou tem interesse em saber detalhes sobre meu trabalho na área, pode adquirir a publicação por R$29,00 (já incluído o valor do frete). 

Acredito que esta é uma revista que deveria ter seu espaço em bibliotecas de Moda e até mesmo ser lida por pessoas completamente por fora do universo alternativo, já que ela possui informações de moda e comportamento referentes à um público jovem que costuma ser ignorado pelas pesquisas mas cuja estética influencia muito a moda dominante.


A revista está em campanha, clique aqui pra conhecer!



Artigos que escrevi para as edições anteriores: a influência da indumentária medieval na subcultura gótica e a influência da moda vitoriana.

História da Moda é um tema riquíssimo! 
A prova disso é que mesmo grupos considerados 'rebeldes' pela sociedade fazem uso da mesma para criar seus estilos subversivos.



domingo, 16 de julho de 2017

Breve história do penteado Colmeia ou Bolo de Noiva (beehive hairstyle)

Margaret Vinci Heldt ficou conhecida mundialmente por ser a "criadora" do cabelo beehive, ou penteado bolo de noiva na nossa tradução. A americana que tinha origem italiana desde cedo mostrou habilidade com os fios. Em 1954, venceria o concurso National Coiffure Championship em Michigan. O prêmio traria renome ao trabalho da cabeleireira e de seu salão, o Margaret Vinci Coiffures, localizado em Chicago.
 Artigo escrito por Lauren Scheffel
Edição Sana Skull

Com evidência no mercado de beleza, anos depois, surgiria o convite da revista Modern Beauty Shop - hoje, Modern Saloon - pedindo que a hair designer criasse o novo look da década. "Nada aconteceu desde o twist francês, o pageboy e o flip. Eles me disseram: "você precisa vir com algo diferente", revelou ao jornal Chicago Tribune. E assim, em Fevereiro de 1960, estreava na publicação o cabelo beehive.

Ícone contemporâneo, Amy Winehouse ostenta seu famoso beehive. 


A inspiração do penteado veio de um pequeno chapéu preto de veludo, um modelo fez, que tinha uma fita vermelha e duas decorações nas bordas que pareciam abelhas. O cabelo seria criado numa noite enquanto a família dormia. Margaret desceu as escadas de sua casa, colocou uma música e começou a trabalhar no manequim. No dia que apresentou oficialmente para revista, a cabeleireira deu um toque final colocando um broche no cabelo da modelo. Quando um dos repórteres viu o resultado, falou: "Isso simplesmente se parece com uma colmeia (beehive). Você se importa se nós o chamarmos de colmeia?". Pronto, estava batizado o penteado!

Margaret Vinci Heldt segura a foto de sua criação.

O beehive consiste em envolver a cabeça em torno do movimento da coroa, rolando suavemente a "franja" na direção das orelhas. Seu formato é cônico e com uma leve ponta, literalmente uma colmeia, por isso a associação. É necessário muito laquê para segurá-lo firme. Margaret brincava dizendo que avisava as suas clientes que não se importava o que o marido fizesse do pescoço para baixo, contando que não as tocassem do pescoço para cima. O penteado era feito para durar uma semana, um lenço era enrolado em torno ao dormir para não bagunçar os fios.



A modelo Bonnie Strange, fotografada por Johannes Graf na 74 Magazine de 2012:
variação moderna do beehive.


No Brasil, o modelo ficou conhecido como bolo de noiva. Mesmo com o costume de se ver o penteado em festas, na época era usado no dia a dia também. Dizem que quando as mulheres iam ao cinema, sofriam retaliações de espectadores pois o penteado atrapalhava a visão de quem sentava atrás, com pedidos mal educados de que se retirassem do local.


Apesar de Margaret ser conhecida como a inventora, a verdade é que o estilo já era visto no final dos anos 1950. Com a cabeleireira ele teria ganhado o tamanho e a forma como conhecemos. O status chique foi coroado quando Audrey Hepburn aparece no filme "Breakfast at Tiffany", ou "Bonequinha de Luxo" (1961).



Estas versões bufantes do cabelo, acabaram se tornando uma versão mais simples e rápida do penteado.


Brigitte Bardot


Barbra Streisand, Mari Wilson.


Garotas na rua,  foto de Ed van der Elsken.



Priscilla Presley também é muito lembrada por seus cabelos naquela década.


Na própria década o cabelo já seria incorporado pelas jovens, provavelmente influenciado pelas bandas de garotas sessentistas:

The Velvelettes
60s-girl-band


Mary Weiss da The Shangri-Las
60s-girl-band


 The Marvelettes e Connie Francis
60s-girl-band-singer

Diana Ross (The Supremes) e  Aretha Franklin  60s-girl-band


e as cantoras Mary Wells,
60s-singer


Dusty Springfield, Dolly Parton e Mari Wilson.
60s-singers

Conhecido pela maioria com o nome de beehive, alguns também o denominam de B-52, pois o penteado lembra o nariz do jato. Nos anos 1980, seria visto em diversas cores pela cantora Cindy Wilson do grupo homônimo. Na mesma fase, a personagem Elvira mostrava a cara dark do aplique, que tinha como referência as The Ronettes.
Do formato cônico em colmeia, o penteado sofre várias modificações, a mais comum delas é ter o cabelo penteado erguido para cima e para trás, versão simplificada do modelo original.


Quem não lembra dos penteados de Kate Pierson e Cindy Wilson do grupo B52´s?
singers
hairstyle


O beehive dark de Elvira e...
mistress-of-the-dark


... as musas inspiradoras The Ronettes  
1960s-girl-bands

Antes de ser pioneira da cena punk, Debbie Harry usou beehive ainda adolescente e posteriormente como atriz, no filme Hairspray (1988, John Waters). 


O cabelo de Kelly Osbourne se aproxima do colmeia original e
Katy Perry usa uma versão mais quadrada.

A punk Jordan em 1976 e Emily McGregor são exemplos do penteado sendo usado nas subculturas.
jordan-emily-mcgregor

Desde a sua existência, o sucesso do penteado permanece ora no alternativo, ora no mainstream. Nos últimos anos, adquiriu status cult devido à Amy Winehouse. Naquele período o beehive aparecia muito no estilo clássico, à la Audrey Hepburn. Quando Amy surge com o visual, a cantora se encontrava numa fase super influenciada pelas girls bands dos anos 1960, citando constantemente as garotas The Shangri-Las, apesar do estilo que usava remeter mais às The Ronettes. Além do cabelo, o olho delineado de gatinho e batom vermelho já vinha de tal década.



O look virou marca registrada e como aquele estilo não era visto há muito tempo pela mídia, ficou no imaginário que o visual dela era único, mas na cena alternativa de Londres o cabelo sempre existiu para as que se identificavam com a moda retrô, a diferença é que não ficaram famosas como a cantora.
Amy revelaria: "Eu sou uma pessoa muito insegura. Sou muito insegura em como pareço. Sabe, eu sou música, não modelo. Quanto mais insegura me sinto, mais bebo. (...) E ao Tracy Trash, que faz meu cabelo, digo: 'Maior, maior!' - quanto mais insegura fico, maior tem que ser meu cabelo".

Quanto mais insegura, maior o beehive.

Em entrevista para extinta Fashion TV, a blogueira Tavi Gevinson, ainda adolescente​, descobre que Margaret não gostava nada da versão exagerada que Amy adotou do cabelo. A cabeleireira viveria até os 98 anos num asilo em Chicago, falecendo no dia 10 de Junho de 2016. Quantas estórias um penteado pode contar, não?

 

quarta-feira, 14 de junho de 2017

We Wear Culture: a plataforma de História e Cultura de Moda do Google

Essa semana a timeline foi cheia de compartilhamentos sobre a mais nova plataforma do Google, a We Wear Culture. Trata-se de um espaço onde história e cultura de moda podem ser acessados por qualquer um interessado em saber mais sobre os temas. No entanto, há um erro pavoroso que tem deixado historiadores de moda muito incomodados.


Segundo o Google, We Wear Culture trás informações sobre "3.000 anos de moda" para contar as histórias que estão por trás do que vestimos. Isso foi possível com a digitalização de acervos dos maiores museus do mundo, parte deste acervo não é exposto ao público e agora ganha visibilidade através da internet. Existem artigos ao estilo que fazemos aqui no História da Moda, contando a história de itens de moda e possui também vídeos educativos com a intenção de mostrar para o mundo que moda é cultura.



Aqui lanço minha crítica e a de historiadores de moda: de onde e de quem veio a ideia de divulgar uma informação imensamente errada de que moda existe há 3 mil anos?
Acredito no intuito de chamar a atenção, de causar sensação, de mostrar a grandiosidade do projeto, mas é válido ensinar errado as pessoas? 

A indumentária é influenciada pela sociedade em que está inserida, já a moda é um fenômeno social surgido no fim da Idade Média ligada ao surgimento da burguesia e da diferenciação de classes sociais. Então queridos leitores, a Moda não tem três mil anos de idade.


Para aqueles - principalmente estudantes - que buscam inspiração e acesso fácil a história da moda, a plataforma é bem diversa e abrangente, trazendo desde a história do vestido preto de Chanel, passando pela história dos sapatos, o espartilho de Vivienne Westwood e histórias de estilistas como Christian Dior, Versace, Balenciaga... Também tem passeios virtuais e exposições de moda, como a que apresentou as roupas da artistas mexicana Frida Kahlo. Particularmente adorei as seções sobre moda asiática e afro americana, pois são áreas que praticamente não temos material em português.





Carmen Miranda também ganhou espaço na plataforma!


Mais um espaço enriquecedor que mostra que Moda não é só modismos efêmeros, há muita cultura por trás! Agora é aguardar que o Google faça as devidas correções de informações e ver essa plataforma crescer!
E vocês, o que acharam do We Wear Culture?


segunda-feira, 20 de março de 2017

História da Moda: quais livros devo adquirir para estudar, fazer pesquisas ou dar aulas?

Que tipo de livro devo adquirir se estou interessado em estudar História da Moda? E até mesmo criar um acervo para dar aulas?
Quais são os títulos disponíveis atualmente?



Muitos me perguntam sobre quais livros uso em minhas pesquisas, mas não tem segredo, a maioria dos livros que consulto foram publicados no Brasil e estão disponíveis em livrarias ou em sebos.
Pensando no interesse dos leitores, decidi listar alguns livros, junto à eles, links de compras nas principais lojas online do Brasil. Tentei selecionar livros de conteúdo relevante, para quem se interessa em criar uma biblioteca de acervo para consulta e estudos. Começo listando o básico, mas aos poucos vou incrementando este post com títulos mais segmentados.

Infelizmente com o tempo algumas publicações saem de catálogo, nesta postagem, procurei indicar livros que ainda podem ser encontrados, o livro História do Vestuário no Ocidente é o título mais abrangente de todos em termos de história da moda, ótimo pra quem quer dar aulas ou se aprofundar de fato; vai da pré-história até o século 20. Se você se interessa apenas por estudo da moda do século 20, este não é o livro ideal. Ele está indisponível nas lojas mas creio ser possível encontrá-lo de segunda mão. Fica aqui o registro da importância desta obra. 





História da Indumentária e da Moda é um livro que gosto muito por ser simples e direto. Bom pra quem quer conhecer história da moda, estudar, fazer consultas mas sem a necessidade de uma obra muito extensa. Resenha aqui.

Compre aqui:




100 Anos de Moda: A História da Indumentária e do Estilo no Sec XX, dos Grandes Nomes da Alta-Costura ao Prêt-a-Porter: Se você se interessa pela moda do século 20, esta é uma boa publicação disponível.

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100 anos Moda Masculina, idem do livro acima, só que versão indumentária masculina: 

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História da Moda no Brasil. Das Influências às Autorreferências - uma importante obra sobre a história da moda brasileira.

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Atenção: Este post será atualizado constantemente. Pretendo adicionar mais livros em breve. Salve o link nos favoritos ;-)


E você, tem alguma dica de livro? Deixe nos comentários!

 

domingo, 19 de março de 2017

Conheça 5 Vestidos da Rainha Victoria do Reino Unido


Vestidos de Victoria, a rainha da Grã-Bretanha 1837-1901.



Na minha opinião, a  Era Vitoriana é uma das mais fascinantes em termos de história e cultura de moda. Se você não conhece, pode acessar o artigo sobre a Moda de 1863 a 1903 e outro intitulado A Moda e o Tempo, sobre as mulheres na era vitoriana. A Rainha Victoria foi a responsável pela ideia que trazemos até hoje sobre o uso de vestido branco pelas noivas e poderá ficar surpreso ao descobrir que as mulheres do século 19 já faziam uso de piercings e de tatuagens e também conhecer a primeira fotógrafa de moda

A Rainha Victoria em retrato de Franz Winterhalter.

Nesta postagem vou listar cinco vestidos pertencentes à rainha que estão em Museus. Quem viaja, não pode perder a oportunidade de um dia visitá-los.

1837, Kensington Palace
 


Vestido branco usado pela rainha no seu casamento com o príncipe Albert em 1840,
Kensington Palace. 

Vestido de 1850


Vestido de 1851, Museum of London




Vestido de Luto 1894, Coleção do Museu Metropolitan.



Fonte: The Mirror

sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Curso Rewind - História e Referências de Moda (+ Cupom de Desconto)

É difícil encontrar cursos de História da Moda online e de preço acessível, não é? Mas tenho uma ótima notícia! Consegui uma parceria com o Portal Use Fashion pra oferecer a todos os leitores do blog um cupom de desconto para o curso "Rewind - História e Referências de Moda"! 


https://store.usefashion.com/curso/Default.aspx?IDProduto=62



O cupom é AmoHistóriaDaModa e deve ser preenchido no ato da inscrição como exemplificado na imagem abaixo. Pra fazer a inscrição, basta CLICAR AQUI e clicar em "Comprar": 

https://store.usefashion.com/Segmentado/Carrinho.aspx?IDProduto=34

Pra quem não conhece, o Portal Use Fashion é uma empresa de pesquisa de tendências de moda e comportamento de consumo que analisa profundamente os mercados globais promovendo inteligência criativa, cursos, workshops, consultorias, relatórios de tendência e uma revista mensal para os profissionais de moda.

Sobre o curso:
Ministrado por Renata Spiller, com 20hrs de carga horária e 3 módulos que são compostos por apostilas, vídeos, matérias do site e exercícios, sendo um curso 100% online que você pode começar imediatamente após a inscrição. E tem o certificado ao concluí-lo.

E é aquilo que comento aqui no blog, aprender sobre História da Moda é fundamental pra entender e criar a moda de hoje pois te dá um repertório de conhecimento e referências que possibilita uma maior liberdade criativa para desenvolver tanto coleções quanto outros tipos de trabalhos, como figurino e consultorias.

Aqui neste vídeo vocês tem uma ideia do que vão aprender


portal use fashion historia da moda
Apostila. Copyright Use Fashion


Conteúdo:
Módulo 1 // Entendendo a moda e sua evolução histórica
1. Moda: história e evolução
2. A moda contemporânea
3. Os clássicos da moda
4. Entendendo a roupa, a indumentária, a moda e o estilo
5. Moda x estilo



Neste primeiro módulo é dado uma geral de história da moda do século XV ao século XX, este, ilustrado década a década e abordando a revolução industrial, a alta costura, o surgimento do pt-à-porter e chegando à pluralidade da moda contemporânea e finalizando com a diferença de conceitos de moda x estilo e individualidade.

moda século XVmoda década de 1940


Módulo 2 // Moda: um fator social
 

6. A sociedade e a moda
7. A difusão da moda
8. O streetstyle
9. Moda conceitual x moda comercial
 

Neste módulo a história fica um pouco de lado e adentramos na questão sociológica e antropológica da moda, onde é mostrado questões como as diferentes funções do vestir e seus símbolos sociais. Aprende-se sobre as teorias de difusão da moda, o surgimento do street style, da fotografia da moda de rua e as diferenças entre as criações comerciais e conceituais.

moda década de 1960 -1970
diferença entre conceitual e comercial



Módulo 3 // A moda que inspira e renasce
10. O passado como fonte inspiradora contemporânea
11. As releituras na moda
12. Vintage x retrô
13. O recurso da desconstrução
14. Na prática: cases e inspirações
 

Já no módulo 3, retornamos ao que aprendeu-se sobre história da moda e como o passado é usado por estilistas contemporâneos como fonte de inspiração e releituras. Nisto entra em cena o vintage, o retrô e a desconstrução de tudo que já foi feito.


moda década de 1900 - 1910moda década de 1930 - 1940


Quando a moda se alimenta constantemente da própria história para criações contemporâneas é fundamental entender de onde ela veio. Afinal, se não conhecermos a história da moda, como vamos saber para onde ela vai?
No curso “Rewind – Histórias e referências de moda” faremos juntos uma análise completa da história da moda. Entendendo como este forte influenciador para as criações também serve de suporte para a pesquisa no processo criativo de TODOS os setores da moda.

Então fica aqui minha dica e aproveitem o cupom  AmoHistóriaDaModa (o banner está ali na lateral direita do blog, no topo) pra se especializarem ainda mais na área! ;D



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NOTA AOS LEITORES


Olá, tudo bem?
Fico feliz que tenha chegado até aqui! Infelizmente não consigo responder todos os leitores com devida atenção. Me perguntam sobre livros que uso nos textos estão, eles listados neste link: https://modahistorica.blogspot.com.br/p/livros.html

Alguns textos foram escritos entre 2009 e 2013, num período que eu não anotei as fontes, por isso eles não as tem. Portanto, quem me escreve cobrando as fontes destes artigos, espero que compreendam que não posso colocar uma fonte que não lembro ao certo/exatamente qual foi, indicando algo errado. MAS os livros que uso estão no já citado link - pra quem quiser ir atrás deles. Sei que professores e orientadores lhes cobram fontes e nada melhor que ler livros pra adquiri-las.


A quantidade de emails e comentários é grande e soaria repetitivo e cansativo eu responder isso a um por um dos leitores. Gostaria que essa cobrança que às vezes vem como crítica, ficasse mais amena através da compreensão, pois quando comecei o blog não sabia que se tornaria tão grande e que viraria referência no Brasil.
Agradeço a compreensão (e os elogios ao blog).
Sana ♥